Eu falei que vinha, e vim! Espera, deixa eu colocar uma música... (lazy generation, The F-ups), pronto! Então, ainda estou doente, e ontem só o ato de escrever aqui aquelas coisas me deixou totalmente cansado, como se tivesse corrido uma enorme maratona. Eu sei, eu sei, pode parecer que estou sendo fraco demais, e eu concordo com isso, mas não quero de verdade escrever sem vontade alguma. Doente minha qualidade vai cair muito, e no campo da arte, e acho que na maioria dos campos, qualidade importa muito. Eu sei que estou usando minha doença como muleta e praticamente cego para os meus pontos fortes. Eu não deveria me portar assim, tenho completa consciência disso, sem desculpa alguma. Seguir em frente e olhar para o lado!
Tá, massa, mas e quais são os meus pontos fortes? Pelo menos na escrita? O que me torna diferente e como posso vender essas diferenças? Vamos tornar isso simples e rápido. Eu sou muito criativo, não tenho brancos e escrevo ótimos diálogos. O que isso me ajuda? A escrever muito e escrever rápido, o que por consequência me torna uma pessoa com uma (franz ferdinand, do you want to) grande capacidade de ser produtivo. Não entendeu ainda? Simples! Eu posso criar muito, e muito rápido, tipo um livro a cada semana e meia quase. Reviso em um mês também. Ou seja, a casa mês lanço um livro, tendo o poder de lançar 12 ou mais livros no ano, o que pode me tornar um escritor muito produtivo, reconhecido e sim, com dinheiro, porque artista é comerciante, é empresário, faz um produto para venda e precisa de dinheiro. Chega de achar que vivemos de amor, o que leva sempre a perguntas de pessoas que se importam com a gente, como "Tá, mas e como você vai ganhar dinheiro?". Arte e venda sempre andaram juntos, deal with it!
Bom, posso produzir muito, vender muito, mas sou preguiçoso, indisciplinado e covarde. Essas coisas são pesadas em mim. Além disso, estou totalmente confortável coma situação atual, e conforto demais é ruim. Preciso me focar no que quero fazer. Escrever, revisar, estudar, diário, ler! Acabou! Só isso, todo dia! Enfim, amanhã vou escrever, revisar, começando por baile de máscaras e indo para em jogo. Basicamente, escrever 20 páginas de "Aquele que me Guia", revisar minuciosamente "Baile de Máscaras", Estudar, Ler, Escrever aqui. É um dia pesado, mas para onde eu quero ir, e o que quero fazer, nada poderia me deixar mais feliz. É isso por hoje. Amanhã eu falo sobre a genialidade, prometo!
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
Coisas ruins
Olá, diário, quanto tempo! Quase virou um semanário, mas não vou deixar isso deixar, preocupa não. A semana foi cheia, muito mesmo, então vamos aos acontecimentos?
Como eu disse antes (high hopes, Panic at the disco), a casa do meu irmão foi assaltada. Muito ruim, tive que ficar lá, pois ele precisava trabalhar, e enquanto isso a polícia veio e fez perícia e tals. Foi outra vez lá para o serralheiro colocar grades na casa. Bom essa liberdade, né? Colocar grades em tudo. Enfim, eles ainda vão morar lá, então nada novo sob o sol. Minha esposa tá fazendo curso de cenário e props, recebendo aula de um amigo que está tendo um curso, e repassa tudo para ela, enquanto ela repassa o que aprende para outros amigos. Legal, né? Okay, e eu? Se perceber, não estou lá muito escritor hoje. Gripado, com febre, mole, catarrento. Só coisa boa. Então eu não estou escrevendo no meu melhor, nem perto disso. Mas o que dizer sobre mim? Bom, tive recaída, consumi pornografia. Não tão forte quanto antes, mas ainda assim uma recaída. Não me sinto feliz, óbvio, mas não me sinto triste também. Acho que se conhecer tem esses benefícios. Aconteceu, eu preciso não fazer mais, pronto. Na verdade estou orgulhoso por ter ficado tanto tempo sem me envolver com isso, apesar das dores de cabeça, impulsos, calafrios, noites sem sono.
E sobre escrita? Livro novo vindo, e não apenas vindo, esse vai ser bom. Um escritor sabe quando uma ideia é boa, tipo, muuuuito boa. Estou aplicando meus conhecimentos de estudo agora, então tem tudo para ser uma experiência de escrita muito divertida. Esse livro vai despontar, e posso apostar cada ano de vida nisso. No mais é isso, diário. Desculpa não vir todo dia, e por escrever pouco hoje. Quando eu melhorar escrevo muito, prometo, e ainda vai ser sobre ser um gênio e como não há nada de especial sobre isso. No mais é isso. Até amanhã!
Como eu disse antes (high hopes, Panic at the disco), a casa do meu irmão foi assaltada. Muito ruim, tive que ficar lá, pois ele precisava trabalhar, e enquanto isso a polícia veio e fez perícia e tals. Foi outra vez lá para o serralheiro colocar grades na casa. Bom essa liberdade, né? Colocar grades em tudo. Enfim, eles ainda vão morar lá, então nada novo sob o sol. Minha esposa tá fazendo curso de cenário e props, recebendo aula de um amigo que está tendo um curso, e repassa tudo para ela, enquanto ela repassa o que aprende para outros amigos. Legal, né? Okay, e eu? Se perceber, não estou lá muito escritor hoje. Gripado, com febre, mole, catarrento. Só coisa boa. Então eu não estou escrevendo no meu melhor, nem perto disso. Mas o que dizer sobre mim? Bom, tive recaída, consumi pornografia. Não tão forte quanto antes, mas ainda assim uma recaída. Não me sinto feliz, óbvio, mas não me sinto triste também. Acho que se conhecer tem esses benefícios. Aconteceu, eu preciso não fazer mais, pronto. Na verdade estou orgulhoso por ter ficado tanto tempo sem me envolver com isso, apesar das dores de cabeça, impulsos, calafrios, noites sem sono.
E sobre escrita? Livro novo vindo, e não apenas vindo, esse vai ser bom. Um escritor sabe quando uma ideia é boa, tipo, muuuuito boa. Estou aplicando meus conhecimentos de estudo agora, então tem tudo para ser uma experiência de escrita muito divertida. Esse livro vai despontar, e posso apostar cada ano de vida nisso. No mais é isso, diário. Desculpa não vir todo dia, e por escrever pouco hoje. Quando eu melhorar escrevo muito, prometo, e ainda vai ser sobre ser um gênio e como não há nada de especial sobre isso. No mais é isso. Até amanhã!
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Dias, assalto e bandidos
Terça-feira (12/11/2019). É, eu sei, pulei a segunda. Desculpa, como uma amostra do meu arrependimento colocarei a música que estou escutando agora, na segunda linha (Shut up and Let me Go, The Ting Tings). Perdoado? Obrigado! És muito gentil!
Então, muito, mas muito mesmo para contar, e um assunto para falar, e não, não vou fazer 2 posts para isso. Sábado fui para a casa dos meus pais, dei um presente de aniversário para o meu irmão e outro para o meu pai (uma pantufa para o pai, um jogo de tabuleiro chamado Imagine para o irmão). Conversamos, rimos, jogamos tabuleiro (Imagine, Concept. Ubongo, nessa ordem), fomos para uma hamburgueria chamada Texas Burguer, na Santa Maria, e comemos um ótimo hambúrguer, que estava um tanto caro. Viemos para a casa, descansamos, isso aí. Domingo fomos para a casa da minha sogra, antes de irmos de fato comemos uma feijoada okay em um lugar que não lembro o nome. Quando chegamos lá, sentamos e fomos conversar (enquanto a feijoada fazia uma revolução na minha barriga. Já tentou segurar peido na casa dos outros? E quando são infinitos?). Foi um dia tranquilo, assistimos The Handmaiden (filme coreano excelente, mas com muito, mas muito sexo mesmo!), e conversamos mais. Em casa de novo, eu estava um caco. Não estou acostumado mais a convívio social assim, porque sou um recluso e quando tenho encontros demais em dias seguidos, morro de cansaço (Spotfy está tentando me vender esse tal de Belgrade, Battle Tapes. Vamos ver.). Segunda tirei o dia para descansar, para mim, para jogar, ver besteira. Tive uma discussão pequena com a minha esposa sobre assuntos gerais, conversamos, deu tudo certo. Foi um dia de conversar com ela, tomar resoluções. Decidimos que se formos fazer algo, vamos fazer algo e não enrolar. Tipo, eu acordo tarde pensando "nossa, tá tarde, etc, não vou fazer nada porque tá tudo errado" e a verdade é que eu não faço porque eu não quero. PONTO! Não tem cansaço, dor, nada te para se você não quiser (banda boa, mas não para mim, vamos com a trilha de Burnout Revenge). Se você não fez nada, é porque quis, e pronto. Melhor que ser arrastado para não fazer nada, como um boneco sem controle da sua vida, é melhor enxergar que você decidiu fazer nada. Primeiro, é uma verdade, segundo, é uma verdade. Então em um dia que você pensa "é, hoje não to muito afim não" é melhor você decidir logo tirar o dia de folga e fazer suas coisas de folga do que ficar "ah, mas é melhor trabalhar né? Ah, mas eu não quero" aí o dia termina, e você não descansou e nem trabalhou.
Agora vamos a hoje e preciso até de uma estrofe só para isso. Acordei me sentindo feio e com a cabeça coçando, fui ao barbeiro e fiz um corte legal, com uma barba legal. Algo mais diferente, arrumado para uma sessão nova de minha vida. Fui pagar umas coisas com a minha esposa, comprei um shampoo anticaspa e anticoceira. Chegando, descobrimos que a casa do meu irmão foi arrombada e roubaram MUITA COISA. Nossa, é uma sensação horrível para mim, que não fui vitima, imagina para eles? Acabaram de se casar, arrumaram a casa, estavam felizes. Infelizmente não é uma cidade segura e não HÁ NADA QUE ME PROVE CONTRÁRIO! Tem muito bandido, muito mesmo. Eu mesmo fui assaltado 3 vezes, e 2 delas agredido e tudo na Santa Maria. Esperaram meu irmão e a mulher dele sair, marcaram seus horários, vigiando dia a dia. Então foram lá e roubaram tudo. Um enorme prejuízo. Enorme. Agora eles querem se mudar, e com muita razão, para um lugar mais seguro. Eu moro em uma cidade mais segura, em uma quadra e setor mais seguro ainda, bem policiado e tals. Porque fiz isso? Porque achei que seria melhor ter uma vida mais tranquila. Mas as pessoas que moram muito tempo em lugares perigosos se tornam engessadas. Eu mesmo era assim. Uma cidade barulhenta, perigosa, feia (tudo culpa do governo desde sempre :D), mas eu não me importava mais. Era assaltado, falava "que chato" e beleza, vida que passa. Agora que moro em lugar seguro, silencioso, mais bonito (e olhe lá, porque nem é essa beleza toda, só é normal mesmo) eu sinto a diferença e como estava engessado. Minha família toda, com exceção da minha irmã que se mudou de lá esse ano, moram lá. A casa dos meus pais já teve tentativa de invasão, e meu irmão viu isso, impedindo a invasão. Um lugar que alguém sempre precisa ficar em casa, pois existe o medo de invasão. Não dá para viver assim. Uma amiga nossa vive em um lugar que tem morte, sequestro, tudo o tempo todo, mas ela não se importa mais, acha exagero quando falamos. Isso é engessar. E como gostar de bandido depois disso tudo? Eu conheci muitos (cresci nessa cidade), eram cruéis, nada pobres e sádicos na maioria das vezes. Não vinham de famílias miseráveis, não mesmo, tinham uma vida bem boa até. Decidiram fazer isso, porque era legal, dava poder. Não tô falando que quero bandido morto, pelamor, não sou um bárbaro. Só quero que sejam punidos na medida em que lesaram, e quando presos, quero que possam estudar, tenham acompanhamento psicológico, cursos, bons cursos, boa alimentação, se sintam humanos que fazem parte de uma sociedade, possam ter um emprego. São humanos, e humanos erram. Com empatia, um significado e futuro, eles vão ter remorso pelo feito. O que ocorre agora não ajuda em nada, prender (ou não prender, né), matar, etc. As pessoas não desejam a morte dos políticos corruptos, que matam muuuuuuiiiiiitto mais que esses bandidos pequenos (roubam dinheiro, esse dinheiro que ia para educação, saúde, segurança, infraestrutura, e como não temos isso, pessoas morrem aos milhões). Quem é pior, o que mata 5 com uma arma ou o que mata 200 mil de fome? De ignorância? Em acidentes? E ainda tem gente que adota político. Um dia eu falo de política aqui, um dia que meu peito estiver bem cheio. Amanhã falarei de genialidade, e como sou um gênio e como isso é bem mais meh e triste do que aparenta. Sobre hoje, pobre do meu irmão, mas tenho certeza de que tudo vai dar certo. As coisas ocorrem por um motivo, e ele descobrirá o porque depois, não isenta da dor, chatice, mas passará.
Então, muito, mas muito mesmo para contar, e um assunto para falar, e não, não vou fazer 2 posts para isso. Sábado fui para a casa dos meus pais, dei um presente de aniversário para o meu irmão e outro para o meu pai (uma pantufa para o pai, um jogo de tabuleiro chamado Imagine para o irmão). Conversamos, rimos, jogamos tabuleiro (Imagine, Concept. Ubongo, nessa ordem), fomos para uma hamburgueria chamada Texas Burguer, na Santa Maria, e comemos um ótimo hambúrguer, que estava um tanto caro. Viemos para a casa, descansamos, isso aí. Domingo fomos para a casa da minha sogra, antes de irmos de fato comemos uma feijoada okay em um lugar que não lembro o nome. Quando chegamos lá, sentamos e fomos conversar (enquanto a feijoada fazia uma revolução na minha barriga. Já tentou segurar peido na casa dos outros? E quando são infinitos?). Foi um dia tranquilo, assistimos The Handmaiden (filme coreano excelente, mas com muito, mas muito sexo mesmo!), e conversamos mais. Em casa de novo, eu estava um caco. Não estou acostumado mais a convívio social assim, porque sou um recluso e quando tenho encontros demais em dias seguidos, morro de cansaço (Spotfy está tentando me vender esse tal de Belgrade, Battle Tapes. Vamos ver.). Segunda tirei o dia para descansar, para mim, para jogar, ver besteira. Tive uma discussão pequena com a minha esposa sobre assuntos gerais, conversamos, deu tudo certo. Foi um dia de conversar com ela, tomar resoluções. Decidimos que se formos fazer algo, vamos fazer algo e não enrolar. Tipo, eu acordo tarde pensando "nossa, tá tarde, etc, não vou fazer nada porque tá tudo errado" e a verdade é que eu não faço porque eu não quero. PONTO! Não tem cansaço, dor, nada te para se você não quiser (banda boa, mas não para mim, vamos com a trilha de Burnout Revenge). Se você não fez nada, é porque quis, e pronto. Melhor que ser arrastado para não fazer nada, como um boneco sem controle da sua vida, é melhor enxergar que você decidiu fazer nada. Primeiro, é uma verdade, segundo, é uma verdade. Então em um dia que você pensa "é, hoje não to muito afim não" é melhor você decidir logo tirar o dia de folga e fazer suas coisas de folga do que ficar "ah, mas é melhor trabalhar né? Ah, mas eu não quero" aí o dia termina, e você não descansou e nem trabalhou.
Agora vamos a hoje e preciso até de uma estrofe só para isso. Acordei me sentindo feio e com a cabeça coçando, fui ao barbeiro e fiz um corte legal, com uma barba legal. Algo mais diferente, arrumado para uma sessão nova de minha vida. Fui pagar umas coisas com a minha esposa, comprei um shampoo anticaspa e anticoceira. Chegando, descobrimos que a casa do meu irmão foi arrombada e roubaram MUITA COISA. Nossa, é uma sensação horrível para mim, que não fui vitima, imagina para eles? Acabaram de se casar, arrumaram a casa, estavam felizes. Infelizmente não é uma cidade segura e não HÁ NADA QUE ME PROVE CONTRÁRIO! Tem muito bandido, muito mesmo. Eu mesmo fui assaltado 3 vezes, e 2 delas agredido e tudo na Santa Maria. Esperaram meu irmão e a mulher dele sair, marcaram seus horários, vigiando dia a dia. Então foram lá e roubaram tudo. Um enorme prejuízo. Enorme. Agora eles querem se mudar, e com muita razão, para um lugar mais seguro. Eu moro em uma cidade mais segura, em uma quadra e setor mais seguro ainda, bem policiado e tals. Porque fiz isso? Porque achei que seria melhor ter uma vida mais tranquila. Mas as pessoas que moram muito tempo em lugares perigosos se tornam engessadas. Eu mesmo era assim. Uma cidade barulhenta, perigosa, feia (tudo culpa do governo desde sempre :D), mas eu não me importava mais. Era assaltado, falava "que chato" e beleza, vida que passa. Agora que moro em lugar seguro, silencioso, mais bonito (e olhe lá, porque nem é essa beleza toda, só é normal mesmo) eu sinto a diferença e como estava engessado. Minha família toda, com exceção da minha irmã que se mudou de lá esse ano, moram lá. A casa dos meus pais já teve tentativa de invasão, e meu irmão viu isso, impedindo a invasão. Um lugar que alguém sempre precisa ficar em casa, pois existe o medo de invasão. Não dá para viver assim. Uma amiga nossa vive em um lugar que tem morte, sequestro, tudo o tempo todo, mas ela não se importa mais, acha exagero quando falamos. Isso é engessar. E como gostar de bandido depois disso tudo? Eu conheci muitos (cresci nessa cidade), eram cruéis, nada pobres e sádicos na maioria das vezes. Não vinham de famílias miseráveis, não mesmo, tinham uma vida bem boa até. Decidiram fazer isso, porque era legal, dava poder. Não tô falando que quero bandido morto, pelamor, não sou um bárbaro. Só quero que sejam punidos na medida em que lesaram, e quando presos, quero que possam estudar, tenham acompanhamento psicológico, cursos, bons cursos, boa alimentação, se sintam humanos que fazem parte de uma sociedade, possam ter um emprego. São humanos, e humanos erram. Com empatia, um significado e futuro, eles vão ter remorso pelo feito. O que ocorre agora não ajuda em nada, prender (ou não prender, né), matar, etc. As pessoas não desejam a morte dos políticos corruptos, que matam muuuuuuiiiiiitto mais que esses bandidos pequenos (roubam dinheiro, esse dinheiro que ia para educação, saúde, segurança, infraestrutura, e como não temos isso, pessoas morrem aos milhões). Quem é pior, o que mata 5 com uma arma ou o que mata 200 mil de fome? De ignorância? Em acidentes? E ainda tem gente que adota político. Um dia eu falo de política aqui, um dia que meu peito estiver bem cheio. Amanhã falarei de genialidade, e como sou um gênio e como isso é bem mais meh e triste do que aparenta. Sobre hoje, pobre do meu irmão, mas tenho certeza de que tudo vai dar certo. As coisas ocorrem por um motivo, e ele descobrirá o porque depois, não isenta da dor, chatice, mas passará.
sexta-feira, 8 de novembro de 2019
Fãs, e como isso pode destruir o mundo
Double post na sexta! E aí, vamos falar sobre fãs? Então, eu tenho muito a dizer sobre isso, mas não quero gastar mais linhas que esse assunto merece. Primeiro, eu odeio fãs e o próprio conceito de ser um fã. Vamos analisar o que o dicionário diz sobre o termo fã:
substantivo de dois gêneros
- indivíduo que tem e/ou manifesta grande admiração por pessoa pública (artista, político, desportista etc.).
- POR METONÍMIA•DESPORTOpessoa que torce por determinado clube ou time; torcedor."é fã do Fluminense"
- POR EXTENSÃOpessoa que tem grande afeição ou demonstra grande interesse por (alguém ou algo)."é fã da professora"
Tá, mas qual é o grande problema com fãs? O problema está na grande admiração. Sendo mais exato, quando você sente grande admiração por algo, ênfase no grande, seu senso crítica se altera, não te permitindo ser crítico com aquele algo. Ou seja, se seu senso crítico está pequeno, você aceita qualquer coisa que te jogam na cara por que você é fã, só por isso. Qual o grande problema disso? Nossa, mas como tem problemas(Sum 41, In too Deep)! As pessoas pensam que fanbase é somente de jogos, artistas, música, etc, mas vai longe, ah, mas como vai! Partidos políticos tem fãs, ideologias tem fãs, bandidos tem fãs. Fanbase é uma coisa ruim, horrível, e acaba com a vida de todo ser vivo neste mundo. Sei que devem estar pensando "nossa, que exagero", vamos ver se isso se manterá até o fim do texto.
O problema de você ter seu nível crítico diminuído é que você aceita tudo que lhe é imposto, por empresas e grandes corporações, por grupos ideológicos que podem falar e fazer coisas terríveis que você normalmente não concordaria, mas principalmente, por políticos que destroem a sua vida e a das pessoas que você ama, e ainda assim serão aplaudidos por uma enorme fanbase. O que gritar, e para quem, quando o governo te prejudica e ainda assim tem gente defendendo ele? Quem falará para eles que estão errados, se tem tanta gente apoiando? Dinheiro dá poder, mas mais poder ainda reside no nosso aprovar quanto a população. Se não gostamos de um produto, ele some! Se não apoiamos um político, ele não é eleito, logo ele tem que falar e fazer coisas que agradem o publico. Mas e quando o público e tão fã que não importa o que você faça, irão te proteger? E quero ser bem justo aqui, isso é para TODOS OS POLÍTICOS, esquerda, direita, meio, dane-se (Offspring, You gonna go far, Kid)! Então hoje (e sempre) vemos coisas caóticas sendo protegidas por fãs, e isso faz muito mal. E tem o hater também, que é o fã que odeio o outro lado. Ele odeia, não quer saber, ler, estudar, entender, ele não se importa se é algo que beneficia ele ou a população, ele não tá nem aí, pois ele precisa odiar a pessoa, coisa, porque sim e pronto! Enquanto isso, pessoas sensatas sofrem. Com quem falar? O que fazer? Parece que estou em Farenheit 451, tendo que falar em grupos em segredo com medo de ser pego por um grupo de fãs. Leis horríveis que fo... a gente surgem assim, produtos horríveis de empresas que nem se preocupam em dar algo bom, pois ninguém reclama, e vai vender, então porque se preocupar com qualidade? Eu não consigo entender como político tem fã, senhor! Não dá, eles ganham nosso dinheiro, não trabalham, ficam ricos assim, ainda roubam e quando, muito quando, fazem algo posam dizendo "olha o que fiz, que maneiro!". É o SEU TRABALHO, e você ganha muito, mas muito dinheiro e benefícios e imunidade para exercer esse trabalho, e ainda por cima você dá conta de ser ruim nele, e ainda rouba! Como ser fã de gente assim? Que passa anos sem fazer quase nada? Mandando os assessores fazer? Será que sou tão maluco assim? Será que estou tão errado assim? Ou esse mundo tá invertido, ou eu nasci de cabeça para baixo.
Sobre empresas, como a Nintendo, Sony, Microsoft (ênfase na nintendo) que cobram absurdamente caro por um produto digital, que muitas vezes nem é bom, que riem da cara dos jogadores todos os dias, dando produtos menores, incompletos e caros? O que dizer sobre isso? Sobre produtores de filmes e jogos, pessoas famosas nesses meios, que lançam um jogo ou filme horroroso e ainda ganham boa avaliação por causa da fanbase(Death Stranding e Mother, no caso)? Sabiam que o roteiro de Mother foi feito em 1 semana? Todo ele. Genial, né? Vou falar sobre um recurso da arte que usam muito, mas poucos se ligam nele, chamado "Sou famoso e vão comprar a minha merda fedorenta". Como funciona isso? Simples, seja famoso, se esforce, seja realmente bom e tenha qualidade como sobrenome. Feito? Agora pode lançar qualquer coisa, não importa, pode ser muito ruim mesmo, sem lógica, confuso, chato, enfim, não importa mesmo. Lançou? Okay, agora diga "Não é para todo mundo" enquanto se senta ajustando seu monóculo e segurando a xícara com a outra mão do seu chá de canela com gengibre. Pronto, se alguém reclamar, e com direito, pois é consumidor, será taxado de burro, pois não consegue compreender o complexíximo roteiro daquela obra. Isso ocorre tanto, mas tanto.... (kdrama fãs comem qualquer coisa que lançam para eles).
E eu, quero ter fãs? NÃO! NÃO MESMO! Já vi muita coisa ruim por causa deste tipo de comportamento. DMC (devil may cry) sofrendo crítica de haters sendo um jogo muito bom, ou o mesmo jogo ter avaliação diferente em um console inferior, porque é daquela marca que não se pode criticar, ou países sofrerem com leis e idiotices de governantes e adorarem isso, porque são fãs. Não quero isso para mim! Admiradores do meu trabalhos, pessoas normais, que gostam, mas veem também espaço para melhora ou que eu não sou um deus perfeito e imune a erros, isso eu quero. Conversar como posso melhorar, ter pessoas críticas ao meu redor, isso eu quero! Pessoas que não conseguem criticar? Não, obrigado! Então, ainda acha que fãs são coisa pouca?
É chato, sugiro que não leia.
Olá, diário, tudo bem? Ainda sem leituras? Oh, que surpresa! Permaneça assim! Como foi minha sexta-feira até agora? Ótimo você perguntar! Foi bem bosta! Sério, bem ruim mesmo. Primeiro, eu estava dormindo bem, e faltando horas para dar a hora de levantar, meu sono simplesmente foi embora. Eu acordei muito antes do que precisava sem uma gota de sono, o que foi uma porcaria. Fiquei tranquilo, me punindo jogando NBA 2k15, que é horrível, mas por algum motivo eu jogo. Depois eu fui com a minha esposa até o mercado comprar pantufas para dar de presente para o meu pai em se aniversário. No caminho conversamos sobre um monte de coisas, fãs (que vou falar mais a frente) e política, foram os principais tópicos. Sobre política, foi sobre como os poderosos se blindam através da lei para fazerem o que quiserem sem serem presos, aumentando ainda mais a dificuldade de serem presos. Mas o povo não enxerga isso, pois estão perdendo tempo na polarização direita e esquerda e não veem o óbvio na cara deles, como sempre.Voltamos para casa, fui escrever algo no computador (Notebook Samsung, nunca compre. NUNCA), e apertei Crtl+W, que fecha tudo. Eu estava escrevendo um grande texto em outro idioma, e perdi tudo. Para informação, Alt Gr+ W é a interrogação desse teclado idiota. Ou seja, é muito, mas muito comum errar e fechar tudo (já ocorreu na escrita desse diário duas vezes). Esse computador só me dá dor de cabeça em tudo, programa para mexer no volume, na tela, para usar HDMI, reinicia sozinho, quebra a tela (nesse caso 5 usuários samsung que conheço relataram a mesma coisa). Enfim, é um péssimo computador. Irritado, na verdade, furioso, dei um soco no teclado. Minha esposa, que não soube ler o modo, ainda colocou mais lenha, dizendo coisas como eu era ridículo e tals. Mano, o PC é meu, eu economizei dinheiro pra ele, eu comprei ele, é minha propriedade, eu posso jogar da janela e o azar é apenas e todo meu. Uma coisa é relação com pessoas, que você não possui, e por isso não pode agredi-las e tals outra coisa são objetos seus, que você gastou seu dinheiro. Ela queria comparar essas duas coisas. Então, faz muitos, mas muitos meses mesmo que não faço nada assim, mas quando faço é "nossa, você precisa parar com isso, é uma bosta, bla, bla, bla". Tipo, eu parei, se não notou, eu não fiz isso por oito meses. Oito meses não é sempre, é quase um ano inclusive.
Isso quer dizer que concordo com o feito? Não, não mesmo. Acho idiota e todo aquele papo de não estragar objetos. Eu realmente deveria fazer um let go com isso, mas uma vez por ano faço isso (ah, a música, Ruckus, Konata Small). Mas quando uma pessoa está irritada eu não me irrito também dizendo coisas como "para com isso seu ridículo! Nossa, você é um descontrolado e etc.". Não faça isso. Eu primeiro deixo a pessoa dar o rage dela, é direito dela e é melhor não ficar na frente de um touro furioso. Depois de um tempinho, eu converso super calmo sobre o ocorrido, tentando entender e dando minha opinião sem me afetar pelo ódio alheio ou ofender. É tipo um "Poxa, chatão isso mesmo. Irrita, né? Mas fica assim não, porque faz mal para você e apenas você se fere com isso, pois pode dar uma doença e tals, mas super entendo". Entenderam? Vou explicar então! Primeiro uso empatia, mostro que entendo, que é chato mesmo, que estou do seu lado. Segundo, falo para não fazer mais isso não porque me irrita, assusta ou me revolta ou porque você parece um idiota fazendo isso. Posso até achar isso, mas de que adianta dizer isso? Eu digo que é melhor para para o seu bem! O mais legal disso é que realmente não é uma mentira, pois eu definitivamente acredito que faz mal para a pessoa sentimentos ruins, criando doença psicossomáticas. Ou seja, tem jeitinho de falar com as pessoas (Not a Girl, No Doubt). Eu vou pedir desculpas pelo meu comportamento, mas não vou deixar de falar isso para ela, para que no futuro não ocorra de minha parte, nem da dela. Enfim, desculpa, diário, se foi chatão falar sobre isso aqui. Tem dias como esse na semana, no mês, enfim. Queria eu poder viver uma vida de dias bons sempre, mas isso seria impossível para qualquer pessoa. Mas garanto que não voltarei tão cedo para ficar chorando pitanga aqui.
Isso quer dizer que concordo com o feito? Não, não mesmo. Acho idiota e todo aquele papo de não estragar objetos. Eu realmente deveria fazer um let go com isso, mas uma vez por ano faço isso (ah, a música, Ruckus, Konata Small). Mas quando uma pessoa está irritada eu não me irrito também dizendo coisas como "para com isso seu ridículo! Nossa, você é um descontrolado e etc.". Não faça isso. Eu primeiro deixo a pessoa dar o rage dela, é direito dela e é melhor não ficar na frente de um touro furioso. Depois de um tempinho, eu converso super calmo sobre o ocorrido, tentando entender e dando minha opinião sem me afetar pelo ódio alheio ou ofender. É tipo um "Poxa, chatão isso mesmo. Irrita, né? Mas fica assim não, porque faz mal para você e apenas você se fere com isso, pois pode dar uma doença e tals, mas super entendo". Entenderam? Vou explicar então! Primeiro uso empatia, mostro que entendo, que é chato mesmo, que estou do seu lado. Segundo, falo para não fazer mais isso não porque me irrita, assusta ou me revolta ou porque você parece um idiota fazendo isso. Posso até achar isso, mas de que adianta dizer isso? Eu digo que é melhor para para o seu bem! O mais legal disso é que realmente não é uma mentira, pois eu definitivamente acredito que faz mal para a pessoa sentimentos ruins, criando doença psicossomáticas. Ou seja, tem jeitinho de falar com as pessoas (Not a Girl, No Doubt). Eu vou pedir desculpas pelo meu comportamento, mas não vou deixar de falar isso para ela, para que no futuro não ocorra de minha parte, nem da dela. Enfim, desculpa, diário, se foi chatão falar sobre isso aqui. Tem dias como esse na semana, no mês, enfim. Queria eu poder viver uma vida de dias bons sempre, mas isso seria impossível para qualquer pessoa. Mas garanto que não voltarei tão cedo para ficar chorando pitanga aqui.
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Dia sem escrita, mas um dia bom!
Quinta! Escrevi? Não! Me sinto mal por isso? Não! Hoje passei o dia dedicado a minha esposa, e fazia muito tempo que não ficávamos juntos, conversando e se curtindo. Enfim, foi um ótimo dia! Agora estou aqui, a noite (escutando Sing Street, Drive it like you stole it) escrevendo isso para vocês, pessoas que não lerão esse diário secreto. O dia foi ótimo, acordamos tarde, como de costume, mas dormimos bem. Tive um sonho bizarro que nem vale a pena comentar, então assisti o torneio de Paladins, que estava bem legal (Go, SSG!), então minha esposa veio e ficamos muitas horas conversando. Falamos de tudo, tudo mesmo, até do que mais gostávamos um no outro, listando e exemplificando coisa por coisa. Compramos coisas para fazer cachorro quente, e agora estou aqui, escrevendo com o meu olho esquerdo muito sensível. Mas nada demais até aí.
Esse exercício de falar qualidades um do outro é bem legal. E não é só falar a qualidade, ela tem que representar a pessoa, como se fosse uma força dela presente do dia a dia, e ilustrar como ela é presente, como se ela for usada errada pode dar merda, e como usada certa faz um bem enorme. Falei para ela que ela era firme, tomando conta das coisas e assumindo a responsabilidade quando precisava, curiosa, pois se interessa em inúmeras coisas, e tem sede de conhecimento, pois aprofunda essa curiosidade, além de ser presente para as pessoas que ama. Já eu: determinado, persistente, gentil, generoso, otimista. Gostei de ouvir isso. Faz bem ser elogiado de vez em quando. Quando fomos no mercado, 2 garotinhas vieram e disseram que minha esposa era linda, acho que isso se deve, além da estonteante beleza, ao cabelo novo que está muito legal.
E quanto amanhã? Irei escrever, com certeza, contos! Tive uma ideia, do homem ideal, que é um cara que se molda totalmente para a mulher que ele nem conhece direito, que faz stream, e quando a conhece, sendo ele o modelo perfeito, percebe que ela não dá valor nisso, o deixando sem nada. Mas ao fim do dia ele se vê, e isso por si só se basta. Pensei na história do robabá, que ajuda pessoas a crescer, melhorar, mas que um deles se vicia e se torna como seus donos, comprando um robô para ajudá-lo a melhorar depois. Vai ser massa! Contos virão!
Esse exercício de falar qualidades um do outro é bem legal. E não é só falar a qualidade, ela tem que representar a pessoa, como se fosse uma força dela presente do dia a dia, e ilustrar como ela é presente, como se ela for usada errada pode dar merda, e como usada certa faz um bem enorme. Falei para ela que ela era firme, tomando conta das coisas e assumindo a responsabilidade quando precisava, curiosa, pois se interessa em inúmeras coisas, e tem sede de conhecimento, pois aprofunda essa curiosidade, além de ser presente para as pessoas que ama. Já eu: determinado, persistente, gentil, generoso, otimista. Gostei de ouvir isso. Faz bem ser elogiado de vez em quando. Quando fomos no mercado, 2 garotinhas vieram e disseram que minha esposa era linda, acho que isso se deve, além da estonteante beleza, ao cabelo novo que está muito legal.
E quanto amanhã? Irei escrever, com certeza, contos! Tive uma ideia, do homem ideal, que é um cara que se molda totalmente para a mulher que ele nem conhece direito, que faz stream, e quando a conhece, sendo ele o modelo perfeito, percebe que ela não dá valor nisso, o deixando sem nada. Mas ao fim do dia ele se vê, e isso por si só se basta. Pensei na história do robabá, que ajuda pessoas a crescer, melhorar, mas que um deles se vicia e se torna como seus donos, comprando um robô para ajudá-lo a melhorar depois. Vai ser massa! Contos virão!
quarta-feira, 6 de novembro de 2019
Decepção e Aniversários
Quarta-feira, 17:40, e eu não fiz NADA do que tinha planejado. Parabéns! Você é incrível! Mas falando sério agora, estou bem chateado (para quem quiser saber, apesar de ninguém estar lendo, a música é Unique, YVR). Eu vou ter que sair muito em breve para ver outro jogo do Brasil, mas desperdicei muito tempo fazendo nada. Sério, li um mangá (muito bom, by the way, Uwagaki) e fiquei vendo twitch de Paladins. Pra que? Sério? Eu preciso mudar isso, porque tá ficando insustentável. Aliás, tive uma ótima ideia para um livro, uau! Apagar os seus defeitos, melhorar qualidades, quem não o fizer bem em um mês tem todos os defeitos de volta, aumentados.
Eu preciso mudar, e eu quero mudar, mas eu continuo me sabotando. O pior de tudo é que é muito simples o que eu preciso fazer, que não nada mais que, escrever aqui, escrever meu conto/livro, revisar, estudar. Aqui não toma nem 30 minutos do meu dia, meu conto pode ser algo menor, mais simples. Ou talvez eu escreva fascículos? Isso me parece bom também, mas nada muito longo, com um final pronto e perto, tipo 10 fascículos. Bom, é isso, é simples, é fácil, mas eu não faço. Me sinto melhorar como pessoa, mais tranquilo e mais decidido, mas continuo cometendo esses erros bobos. Hoje mesmo vou começar meu novo livro, seja o que for, vai ser novo e feito até o fim, não importa como. Se for ruim, que seja ruim, não me importo, desde que eu escreva. Nossa, fiz tão pouco que pouco tenho a dizer até aqui.
Bom, acordei de bom humor, pois dormi bem. Eu e minha esposa comemos, conversamos e fomos para seus cômodos trabalhar. Hoje eu descobri que irei a outro jogo do Brasil, e eu não vou me alongar nisso. Já falei sobre isso antes, então não vale a pena perder o meu tempo, e o de vocês, leitores que nunca virão, pois este blog é secreto, não que eu me importe que alguém leia. Hoje é aniversário do meu pai, e mesmo que ele fale que não gosta de nada no aniversário, na verdade ele gosta sim. É um velho tsundere (pesquise e saberá o que é), então ele finge que não quer que os outros se incomodem, e etc, mas ele fica muito feliz que lembrem. O do meu irmão foi ontem, e ele é bem parecido com o meu pai nesse quesito. Acho que é só a maneira dos dois de não quererem incomodar, mas é uma bobeira só, porque é impossível se incomodar quando a pessoa que gostamos está fazendo aniversário. O meu é em dezembro, e eu dividirei de muito bom grado com um amigo, que faz aniversário na véspera de ano novo, e por isso ninguém comemora. Vai ser muito massa! Por hoje é isso, vou escrever algo, nem que seja uma estrofe!
Eu preciso mudar, e eu quero mudar, mas eu continuo me sabotando. O pior de tudo é que é muito simples o que eu preciso fazer, que não nada mais que, escrever aqui, escrever meu conto/livro, revisar, estudar. Aqui não toma nem 30 minutos do meu dia, meu conto pode ser algo menor, mais simples. Ou talvez eu escreva fascículos? Isso me parece bom também, mas nada muito longo, com um final pronto e perto, tipo 10 fascículos. Bom, é isso, é simples, é fácil, mas eu não faço. Me sinto melhorar como pessoa, mais tranquilo e mais decidido, mas continuo cometendo esses erros bobos. Hoje mesmo vou começar meu novo livro, seja o que for, vai ser novo e feito até o fim, não importa como. Se for ruim, que seja ruim, não me importo, desde que eu escreva. Nossa, fiz tão pouco que pouco tenho a dizer até aqui.
Bom, acordei de bom humor, pois dormi bem. Eu e minha esposa comemos, conversamos e fomos para seus cômodos trabalhar. Hoje eu descobri que irei a outro jogo do Brasil, e eu não vou me alongar nisso. Já falei sobre isso antes, então não vale a pena perder o meu tempo, e o de vocês, leitores que nunca virão, pois este blog é secreto, não que eu me importe que alguém leia. Hoje é aniversário do meu pai, e mesmo que ele fale que não gosta de nada no aniversário, na verdade ele gosta sim. É um velho tsundere (pesquise e saberá o que é), então ele finge que não quer que os outros se incomodem, e etc, mas ele fica muito feliz que lembrem. O do meu irmão foi ontem, e ele é bem parecido com o meu pai nesse quesito. Acho que é só a maneira dos dois de não quererem incomodar, mas é uma bobeira só, porque é impossível se incomodar quando a pessoa que gostamos está fazendo aniversário. O meu é em dezembro, e eu dividirei de muito bom grado com um amigo, que faz aniversário na véspera de ano novo, e por isso ninguém comemora. Vai ser muito massa! Por hoje é isso, vou escrever algo, nem que seja uma estrofe!
terça-feira, 5 de novembro de 2019
Vícios e Soluções
Terça-feira, e você pensando que eu estaria escrevendo e me esforçando como nunca, não é mesmo? Tsc, tsc, tsc, nunca subestime uma pessoa com depressão que é perita em procrastinação. Preciso mudar meus hábitos, sair dessa cariba (pra não xingar) de youtube. Aliás, falando em youtube, preciso de uma música (Valley of wolves, Born Bold). O que fazer então? Ignorar ele? Apenas não abrir? Opa! Tenho uma solução! Os estudos sobre hábitos dizem que devemos substituir nossos hábitos ruins por outros melhores. Não necessariamente precisa ser algo hiper prazeroso, como comer algo maravilhosamente bom, e sim simplesmente trocar esse hábito. Eu tenho uma penca, mas uma penca mesmo de maus hábitos! Vamos a eles? É necessário entendê-los para mudar, e nada melhor que escrever aqui para fazer isso!
1- Durmo tarde pra caramba!- Simples assim, eu e a minha esposa acordamos tarde, enrolamos, começamos a fazer as coisas tarde, terminamos tarde, dormimos tarde. Uma solução seria terminar as coisas mais cedo, mas parece muito simplista para um vício. (agora tá tocando Chosen One, Valley of Wolves). O que fazer? Como substituir? Será que com a correção dos outros hábitos eu consigo resolver esse? Vamos vendo.
2- Enrolo muito antes de fazer as coisas, e por causa disso desisto de fazer- Enrolo onde? Em qualquer coisa, mangá, youtube, muito no youtube, muito mesmo. Não jogo, e é engraçado, porque as pessoas tem a visão de que jogo horrores, mas eu passo semanas sem abrir um jogo, mas não passo uma hora sem abrir o youtube (eu escuto música nele, e não tenho spotfy). Preciso parar de entrar no youtube, mas eu adoro escrever ouvindo música, bem baixa, me ajuda a concentrar (vou almoçar, já volto. Pausar aqui o King of the mountain- Louis II) (voltei). Acho que posso baixar o spotfy ou amazon music. Isso me previne de entrar no youtube. Nem grilo de pagar o spotfy, desde que resolva esse problema aqui.
3- Vício em pornografia- Cara, esse tá osso. Tem um tempo que não olho nada, mas estou a flor da pele. É uma obsessão, domina a mente, tudo dá vontade, e corrói por dentro fazendo você pensar besteira. Todo fogo é perigoso para um pavio encharcado de álcool. Um manga, uma cena picante, tudo, mas tudo mesmo dá vontade. Estou tomando banho frio para ficar melhor, mas vou ser sincero, tem dias quem nem isso ajuda. A força que faço para não sucumbir é tanta que dá dor de cabeça e um cansaço enorme, me fazendo ficar bem lerdo. Eu fico feliz de estar vencendo diariamente esse impulso, mas que está difícil, está.
Soluções?
1- Como eu disse, terminar as coisas antes pode ajudar. Mas além disso, preciso estar munido da sensação de já fiz tudo o que precisava. Caso contrário, não rola, mas não rola mesmo. Me sinto um merda, e não dá mais para me sentir assim todo dia. O que vou fazer, então? Terminar as coisas cedo, evitando youtube e tals, e indo direto para o que preciso fazer, que é vir para cá, escrever nesse maravilhoso diário. Dele, passo direto para a escrita de contos e revisão. Se esses 3 andarem em seguida, consigo estudar e ler normalmente.
2- Vou para com o Youtube, porque ele não me beneficia em nada. Ao contrário do Facebook, Twitter, que agem negativamente em mim com o mar de mentirar e brigas lá (e me chateia ver pessoas que gosto compartilhando coisas que sequer leram, pesquisaram, nada, apenas porque odeiam alguém ou algo. Gosto de pensar o melhor das pessoas, que são inteligentes, que leem as coisas, que pensam antes de fazer algo, e lá não é um lugar para eu ver isso.). O youtube é diferente, ele tem exatamente o que eu quero e gosto, e isso é crédito da google, mas só vou acessá-lo de noite mesmo, quando eu terminar tudo. Para substituir, amazon music e spotfy.
3- Não tem o que fazer quanto a isso. Já estou dando o meu melhor. Ouvir música, jogar algo, ler, conversar, faço tudo que posso. Mas sempre tem aquela voz dentro da cabeça dizendo "não tem nada demais, é só um vídeo e todo mundo faz isso". Para uma pessoa que não tem esse vício, que afeta o cérebro de uns e outros não, é tranquilo, pois ela vê e fica tudo bem. Se eu fizer isso, no outro dia faço de novo, e de novo, e de novo, e vou afundando procurando coisas mais pesadas e acabo vendo coisas que não vão mais sair de mim. (The ting tings- That's not my name. Vamos ver se consegue entrar na playlist suprema). Vou evitar, vou lutar, vou contar com toda a ajuda, mas eu não vou mais voltar a fazer essas coisas. Eu não quero mais me sentir assim. É horrível quando você tem nojo de si mesmo.
São essas as coisas que pensei e passei e estou passando hoje. Amanhã eu volto, e com toda certeza estarei mais forte e feliz que hoje. Amanhã darei o passo mais firme da minha vida, porque o planejamento mais firme eu fiz hoje.
1- Durmo tarde pra caramba!- Simples assim, eu e a minha esposa acordamos tarde, enrolamos, começamos a fazer as coisas tarde, terminamos tarde, dormimos tarde. Uma solução seria terminar as coisas mais cedo, mas parece muito simplista para um vício. (agora tá tocando Chosen One, Valley of Wolves). O que fazer? Como substituir? Será que com a correção dos outros hábitos eu consigo resolver esse? Vamos vendo.
2- Enrolo muito antes de fazer as coisas, e por causa disso desisto de fazer- Enrolo onde? Em qualquer coisa, mangá, youtube, muito no youtube, muito mesmo. Não jogo, e é engraçado, porque as pessoas tem a visão de que jogo horrores, mas eu passo semanas sem abrir um jogo, mas não passo uma hora sem abrir o youtube (eu escuto música nele, e não tenho spotfy). Preciso parar de entrar no youtube, mas eu adoro escrever ouvindo música, bem baixa, me ajuda a concentrar (vou almoçar, já volto. Pausar aqui o King of the mountain- Louis II) (voltei). Acho que posso baixar o spotfy ou amazon music. Isso me previne de entrar no youtube. Nem grilo de pagar o spotfy, desde que resolva esse problema aqui.
3- Vício em pornografia- Cara, esse tá osso. Tem um tempo que não olho nada, mas estou a flor da pele. É uma obsessão, domina a mente, tudo dá vontade, e corrói por dentro fazendo você pensar besteira. Todo fogo é perigoso para um pavio encharcado de álcool. Um manga, uma cena picante, tudo, mas tudo mesmo dá vontade. Estou tomando banho frio para ficar melhor, mas vou ser sincero, tem dias quem nem isso ajuda. A força que faço para não sucumbir é tanta que dá dor de cabeça e um cansaço enorme, me fazendo ficar bem lerdo. Eu fico feliz de estar vencendo diariamente esse impulso, mas que está difícil, está.
Soluções?
1- Como eu disse, terminar as coisas antes pode ajudar. Mas além disso, preciso estar munido da sensação de já fiz tudo o que precisava. Caso contrário, não rola, mas não rola mesmo. Me sinto um merda, e não dá mais para me sentir assim todo dia. O que vou fazer, então? Terminar as coisas cedo, evitando youtube e tals, e indo direto para o que preciso fazer, que é vir para cá, escrever nesse maravilhoso diário. Dele, passo direto para a escrita de contos e revisão. Se esses 3 andarem em seguida, consigo estudar e ler normalmente.
2- Vou para com o Youtube, porque ele não me beneficia em nada. Ao contrário do Facebook, Twitter, que agem negativamente em mim com o mar de mentirar e brigas lá (e me chateia ver pessoas que gosto compartilhando coisas que sequer leram, pesquisaram, nada, apenas porque odeiam alguém ou algo. Gosto de pensar o melhor das pessoas, que são inteligentes, que leem as coisas, que pensam antes de fazer algo, e lá não é um lugar para eu ver isso.). O youtube é diferente, ele tem exatamente o que eu quero e gosto, e isso é crédito da google, mas só vou acessá-lo de noite mesmo, quando eu terminar tudo. Para substituir, amazon music e spotfy.
3- Não tem o que fazer quanto a isso. Já estou dando o meu melhor. Ouvir música, jogar algo, ler, conversar, faço tudo que posso. Mas sempre tem aquela voz dentro da cabeça dizendo "não tem nada demais, é só um vídeo e todo mundo faz isso". Para uma pessoa que não tem esse vício, que afeta o cérebro de uns e outros não, é tranquilo, pois ela vê e fica tudo bem. Se eu fizer isso, no outro dia faço de novo, e de novo, e de novo, e vou afundando procurando coisas mais pesadas e acabo vendo coisas que não vão mais sair de mim. (The ting tings- That's not my name. Vamos ver se consegue entrar na playlist suprema). Vou evitar, vou lutar, vou contar com toda a ajuda, mas eu não vou mais voltar a fazer essas coisas. Eu não quero mais me sentir assim. É horrível quando você tem nojo de si mesmo.
São essas as coisas que pensei e passei e estou passando hoje. Amanhã eu volto, e com toda certeza estarei mais forte e feliz que hoje. Amanhã darei o passo mais firme da minha vida, porque o planejamento mais firme eu fiz hoje.
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Fim de semana, sei lá, vou escrever só na segunda.
Olá segunda-feira! Sim, eu não escrevi nem sábado e nem domingo. Me sinto feliz por isso? Não, definitivamente não. Mas me sinto triste, não, também. Eu sei da importância de se ter um bom sábado e domingo para descansar e deixar a mente se recuperar. Isso é muito importante para artistas (ah, preciso de música. Pronto, Woodkid, Run boy run)., porque sem descanso, nada feito, amigo. Você pode ter ideias de como trabalhar e tudo mais na semana seguinte, mas o cansaço vai te afetar de alguma forma, e quando afeta a qualidade, aí é tenso. Já tive que reescrever 150 páginas por causa desse tipo de atitude. Enfim, vamos falar do que importa, que sou eu, porque isso é um diário sobre mim.
Para começarmos essa semana, devemos terminar a última. Sexta-feira, como eu tinha falado, nossa amiga nos visitou, e trouxe um cara com, conhecido nosso também, mas não uma amizade. Eles chegaram lá pelas 15h. Ele, o cara, estava muito deslocado, sem saber mesmo o que fazer. Nossa amiga estava tentando incluir e tudo mais, mas sei lá, não rolou. Tipo, vou explicar melhor, ele tem rotina, pensamentos, gostos muito diferentes do que eu e minha esposa temos. Okay, e bom conhecer diferenças, mas quando a distância é muito grande não dá para conectar. Ele é do tipo "adulto, machão, que resolve, que bebe no bar" e eu sou do tipo "crianção, que gosta de jogar rpg e jogos de narrativa, comer doces, assistir doramas e seriados, gosta de anime". Para se ter uma ideia, ele falou que vir aqui seria um "chá das 15h" porque iriamos comer bolinhos de chocolate e tomar suco. Bom, eu não bebo, não tenho esse perfil de "ah, preciso de uma cerva gelada hoje", e definitivamente isso não define, e nem a ninguém, como adulto fodão, resolvedor e pagador de contas. Ah, não me entendam errado, não estou falando que ele é A ou B, estou falando que uma enorme, esmagadora, taxa da população acha que só existe um meio de ser adulto. A maioria nem sempre está certa, e para falar a verdade basta ver o histórico em décadas de governantes no mundo eleitos para se ter a noção que escolher nunca foi bem nossa praia, mostrando que a maioria não sabe escolher.
Enfim, não gosto de ser julgado por aquilo que faço, pois acredite bem, eu odeio julgar os outros. Se querem viver de alguma forma, eu realmente não estou nem aí. Minha vida já é bem complexa e cheia de problemas para perder tempo julgando os outros. Nah, prefiro me julgar mesmo, como se eu fosse um juiz que olha atentamente cada erro que posso cometer. Sobre a sexta, foi um dia cansativo. Se fosse só nossa amiga seria beeem melhor, mas não foi um dia chato, só bizarramente cansativo. No sábado outro amigo meio, um que foi meu aluno e da minha esposa. Ele também é ilustrador, gente boníssima, que passou por muitas coisas horríveis. Eu o admiro tanto, mas acho que não deixo transparecer. Eu sou péssimo nessas coisas, o que me dá a impressão de uma pessoa fria e tals, e talvez eu realmente o seja. Esse amigo veio, conversou muito com a gente, e foi embora. Ele é a pessoa mais criativa e inteligente que eu conheço, e observação aqui, não é uma inteligência comum. Ele pensa fora da caixa, totalmente, mas sem deixar de conhecer e respeitar o status social comum, ou seja, uma pessoa que observa o mundo, as pessoas, entende-as bem, mas não se perdeu no meio da multidão, só em si mesmo (que nem eu). Um dia quero ajudá-lo a alcançar aquilo que ele merece. Eu sei que nem terei que me esforçar muito, porque ele já é incrível do jeito dele. Um dia escrevo aqui sobre as pessoas incríveis que me cercam, e são muitas e muito o que falar.
Sábado a noite maratonamos DayBreakers, que é muito bom até perto do fim, que fica menos bom (não ruim, só menos bom). Parece até que uma pessoa escreveu até a metade e outra assumiu. (agora estou ouvindo Outrunning Karma, do Alec Benjamin. Minha playlist é ótima). Por causa dessa maratona, dormimos 5:30 da manhã, vendo o sol nascer. Deitei, mas dormi horrivelmente mal. Acordei todo dolorido, desnorteado, zonzo, e sem conseguir dormir novamente até de noite, que passamos boa parte assistindo Atypical (um seriado que merecia muito mais reconhecimento do que tem). Domingo só joguei, falei com meu amigo de jogo, e fiz nada. Fazer nada é muito importante, não sempre, mas de vez em quando, uma vez na semana. O ócio criativo é ótimo!
Segunda-feira! Demorou, mas chegou. Acordei, comi um pedaço de pizza que estava na geladeira, fiquei boa parte do dia vendo baby metal e coisas idiotas no youtube (sim, baby metal está separado de coisas idiotas, porque baby metal é incrível). Parte de mim quer fazer nada e ficar de boa, e a outra quer trabalhar. Qual escuto? Decidi então trabalhar nos planejamentos, estudar, e amanhã destruir na escrita! Agora vou almoçar. Devo terminar Atypical hoje e ainda tenho tempo de me torturar jogando NBA 2k15. Até amanhã então, meu secreto e querido diário que não escrevo aos fins de semana.
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
Minha relação com a escrita
Ah, cara, que sono. Sério, tô morrendo de cansaço, sono, e ainda tá quente e abafado. Que maravilha. Pois é, hoje teremos visitar, uma amiga vai trazer um amigo dela. Eu não lembrava de forma alguma que era hoje, e estou um pouco chateado com isso. Não com a amiga, nem com a minha esposa, que marcou isso na semana, mas com o fato em si e não ter lembrado. Estou voltando a escrever agora, e cada dia tem sido muito difícil, porque é muito comum a gente não ter vontade de escrever, de fugir. Lembrem-se, eu sou um enorme covarde. Eu tenho medo de fazer tudo que possa atrapalhar a minha "sagrada" rotina. Ontem eu briguei com a minha esposa por isso, nada sério, mas foi uma discussão desconfortável. Ela chamou a amiga pensando que isso não me atrapalharia em nada, mas a verdade, e eu a fiz entender isso, é que atrapalha, pois essa amiga também é importante para mim, então eu meio que não posso ignorá-la e dizer "vou ficar no quarto trabalhando, flw". Isso vai deixá-la desconfortável, com toda certeza. Eu odeio deixar os outros desconfortáveis, prefiro eu ficar nessa posição. Então "dormimos" mais cedo, com bastantes aspas, pois na verdade eu não dormi nada, porque estou acostumado a dormir mais tarde. Acordamos mais cedo, e agora estou morrendo de sono, e ainda vou ter que lavar banheiro. Escrever com sono é horrível, sai tudo errado, preguiçoso, cansado. Vamos falar de escrita no parágrafo de baixo, esse tá muito grande.
Pronto, agora podemos falar de escrita. Eu não sei como é para os outros escritores, e eu acredito que não seja tão diferente de mim para eles, mas para escrever uma série de coisas tem que ser feitas. Primeiro, ter silêncio, pois qualquer barulho, pessoas falando, música alta, tudo atrapalha. Eu até mesmo escrevo o que os outros falam no meio das frases sem perceber, e é muito chato revisar isso e achar um trecho nada a ver depois. Segundo, você estar bem. Não dá pra criar com a mente livre se você está preocupado com algo, ou com sono, ou com alguma dor. Simplesmente não dá. Escrita é uma arte de liberdade, de ideias colocadas no papel, e não dá pra deixar esse espaço livre na cabeça se você estiver mergulhado em outra coisa. Tem um terceiro? Provavelmente sim, mas se eu não lembro, não é importante.
E como eu me sinto sobre escrever e tudo que estou fazendo agora? Me sinto bem. Muito bem mesmo. Acho que fazia muito, mas muito tempo mesmo que eu não me sentia bem comigo mesmo. A sensação de culpa, de estar fazendo algo tremendamente errado, tudo isso está indo embora, e é embora que eu quero que vá mesmo. Esse blog me ajudou muito a ter forças para escrever algo, pois me aqueço aqui, e ao mesmo tempo, coloco tudo para fora. Mas o que sinto sobre o ato de escrever? Sinto que é algo que me faz vivo. Eu tenho muitas ideias dentro de mim, muitas mesmo, e se eu não colocar para fora, sinto que vou explodir com elas. Na verdade elas não explodem, só pesam e me deixam deprimido, como se fossem uma espécie de obsessores que não me querem ver parado, dizendo o tempo todo "você devia estar escrevendo, e como não está, vou te atormentar com essa ideia até você sentir uma enorme culpa de ter nascido". Sim, isso ocorre muito. As palavras pesam, ideias que não são trabalhadas pesam muito. Eu comecei a escrever por desespero, desempregado, sofrendo uma pressão absurda dos meus pais para ter um emprego logo, com mais 17 para 18 anos. Era chamado de vagabundo algumas vezes, pois eu não sabia direito o que queria, e as minhas notas não eram boas, o que só deixava tudo pior (aliás, quando as pessoas vão parar de se preocupar tanto com notas? O ser humano é muito complexo para ser categorizado por isso). O clima pesado em casa, o medo de sair do quarto e receber alguma coisa ruim, tudo isso me fez pegar um caderno e colocar todas as palavras que apareciam na cabeça em um livro, totalmente escrito a mão (eu não tinha computador). Eu senti um alívio tão grande quando fiz isso, como se todos os pesos de ideias dentro de mim saíssem. Escrever não é um ato de trabalho, de querer, e sim uma maldição. Qualquer um pode escrever, mas continuar escrevendo sua vida inteira porque se você não o fizer o mundo parece estar errado? Denso? Sem ar? Não, escrever é uma maldição que não vai te deixar aposentar. Vai te seguir pelo resto da vida, gritando pela necessidade de ser colocada em algum lugar, e você vai ter que escutar.
Como eu disse, fiquei muito tempo sem escrever, e isso me fez muito mal. Quando eu sentava e tentava escrever algo, sentindo uma enorme pressão, eu recebia da minha esposa um "parabéns! Estou muito orgulhosa de você". Eu sei que a intenção dela é pura. Juro, sei disso sem dúvida alguma, mas a pressão aumentava quando ela dizia isso. Ontem ela fez isso de novo, e não foi legal. Acho que vou falar para ela isso novamente. Sei lá, não quero ser parabenizado por que estou fazendo algo que eu tenho que fazer, quero ser parabenizado quando eu terminar de escreve e só, e somente, se o livro for bom. Não quero sucumbir ao orgulho, e elogios que não mereço me fazem mal. Também preciso tomar cuidado para não fazer isso com ela. Bom, é isso, por hoje. Preciso estudar, escrever, lavar o banheiro e receber pessoas. Dia cheio, e estou cansado.
Pronto, agora podemos falar de escrita. Eu não sei como é para os outros escritores, e eu acredito que não seja tão diferente de mim para eles, mas para escrever uma série de coisas tem que ser feitas. Primeiro, ter silêncio, pois qualquer barulho, pessoas falando, música alta, tudo atrapalha. Eu até mesmo escrevo o que os outros falam no meio das frases sem perceber, e é muito chato revisar isso e achar um trecho nada a ver depois. Segundo, você estar bem. Não dá pra criar com a mente livre se você está preocupado com algo, ou com sono, ou com alguma dor. Simplesmente não dá. Escrita é uma arte de liberdade, de ideias colocadas no papel, e não dá pra deixar esse espaço livre na cabeça se você estiver mergulhado em outra coisa. Tem um terceiro? Provavelmente sim, mas se eu não lembro, não é importante.
E como eu me sinto sobre escrever e tudo que estou fazendo agora? Me sinto bem. Muito bem mesmo. Acho que fazia muito, mas muito tempo mesmo que eu não me sentia bem comigo mesmo. A sensação de culpa, de estar fazendo algo tremendamente errado, tudo isso está indo embora, e é embora que eu quero que vá mesmo. Esse blog me ajudou muito a ter forças para escrever algo, pois me aqueço aqui, e ao mesmo tempo, coloco tudo para fora. Mas o que sinto sobre o ato de escrever? Sinto que é algo que me faz vivo. Eu tenho muitas ideias dentro de mim, muitas mesmo, e se eu não colocar para fora, sinto que vou explodir com elas. Na verdade elas não explodem, só pesam e me deixam deprimido, como se fossem uma espécie de obsessores que não me querem ver parado, dizendo o tempo todo "você devia estar escrevendo, e como não está, vou te atormentar com essa ideia até você sentir uma enorme culpa de ter nascido". Sim, isso ocorre muito. As palavras pesam, ideias que não são trabalhadas pesam muito. Eu comecei a escrever por desespero, desempregado, sofrendo uma pressão absurda dos meus pais para ter um emprego logo, com mais 17 para 18 anos. Era chamado de vagabundo algumas vezes, pois eu não sabia direito o que queria, e as minhas notas não eram boas, o que só deixava tudo pior (aliás, quando as pessoas vão parar de se preocupar tanto com notas? O ser humano é muito complexo para ser categorizado por isso). O clima pesado em casa, o medo de sair do quarto e receber alguma coisa ruim, tudo isso me fez pegar um caderno e colocar todas as palavras que apareciam na cabeça em um livro, totalmente escrito a mão (eu não tinha computador). Eu senti um alívio tão grande quando fiz isso, como se todos os pesos de ideias dentro de mim saíssem. Escrever não é um ato de trabalho, de querer, e sim uma maldição. Qualquer um pode escrever, mas continuar escrevendo sua vida inteira porque se você não o fizer o mundo parece estar errado? Denso? Sem ar? Não, escrever é uma maldição que não vai te deixar aposentar. Vai te seguir pelo resto da vida, gritando pela necessidade de ser colocada em algum lugar, e você vai ter que escutar.
Como eu disse, fiquei muito tempo sem escrever, e isso me fez muito mal. Quando eu sentava e tentava escrever algo, sentindo uma enorme pressão, eu recebia da minha esposa um "parabéns! Estou muito orgulhosa de você". Eu sei que a intenção dela é pura. Juro, sei disso sem dúvida alguma, mas a pressão aumentava quando ela dizia isso. Ontem ela fez isso de novo, e não foi legal. Acho que vou falar para ela isso novamente. Sei lá, não quero ser parabenizado por que estou fazendo algo que eu tenho que fazer, quero ser parabenizado quando eu terminar de escreve e só, e somente, se o livro for bom. Não quero sucumbir ao orgulho, e elogios que não mereço me fazem mal. Também preciso tomar cuidado para não fazer isso com ela. Bom, é isso, por hoje. Preciso estudar, escrever, lavar o banheiro e receber pessoas. Dia cheio, e estou cansado.
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
Questionário de vida!
Quinta-feira, quente, com uma enxaqueca que só vai passar daqui a uns 4 dias, quando eu finalmente me acostumar com esse clima que muda a cada 2 semanas. Para ilustrar bem, aqui está quente, mas chove, então está úmido e quente, o que sua muito, mas não posso abrir as janelas a noite, pois entram insetos até de outros planetas aqui. A conta de luz vai chegar imensa, já estou até vendo.
No mais, vamos falar de ontem para começar o hoje? Ontem joguei com um amigo dota Underlords e isso acabou meio tarde (preciso para de jogar até tão tarde), e isso fez a gente comer tarde, assistir coisas tarde e, mais uma vez, dormir tarde. Comemos panquecas e assistimos DayBreak, que é bem legal. Comemos panquecas por que era o que tinha para fazer. Estamos bem de coisas para fazer bolo e afins, mas nossa geladeira está triste e quando abro a porta escuto a fome rindo para mim (só quem viu pica-pau pega essa). A minha esposa estava realmente cansada, trabalhou o dia inteiro porque pegou uns jobs que exigiam entrega mais rápida (pagavam mais por isso). Por isso ela estava bem mal humorada, então eu tentei não dizer nada que a aborrecesse ou afins. Dormimos, eu tomando outro dorflex para parar um pouco a dor. Desta vez dormi bem.
Manhã (na verdade, tarde). Acordei as 11:45, pois dormi as 4 da manhã. É, eu sei, preciso parar com isso, mas mudar vícios é bem difícil. Eu acordei mais cedo e fiquei perdendo tempo no youtube, o que apenas me lembra sempre que NÃO VALE A PENA. É uma bosta perder tempo nessa droga, e eu perco horas a fio. Já saí do twitter, instagram e facebook por causa de tempo e toxicidade das pessoas (só me fazia mal aqueles lugares), mas no youtube é tudo bem filtrado, então eu só perco o meu tempo mesmo. A minha esposa acordou mais tarde, pois além de cansada também não conseguiu dormir bem. E como eu me sinto hoje? Querendo desistir. Isso acontece comigo, um dia eu construo, deixo para terminar outro dia (com livros não dá pra escrever tudo em 24h) e quando raia o sol, eu perco a vontade de fazer o que comecei ontem. Se eu era assim antes? Ah, não, não mesmo! Eu escrevi 6 livros, inteiros, mas agora acho que me critico demais e divirto de menos. Eu deveria só escrever e curtir, estudar e tornar a escrita ainda mais divertida, mas como sempre, vícios são coisas difíceis de mudar. Ah, mas olhe o lado bom, nada de masturbação ontem! Foi difícil como empurrar um caminhão, mas eu consegui!
E o que resta para agora? Algo simples, vou responder o exercício do livro que estou estudando "Plot and Structure" do Scoot Beel aqui. O exercício é para guiar o que eu quero escrever ou não, e eu realmente espero que me ajude(vou tomar outro dorflex). Hoje farei isso ao som de Panic at the disco (ontem foi Queen).
Questionário do livro.:
*Com o que eu mais me importo no mundo?
Aí está algo que eu realmente não sei responder. Vamos falando aqui até surgir algo que faça sentido. Será que me afasto do conceito heroico? Tipo, paz mundial, humanidade feliz? Ou vou para algo mais pessoal? Riqueza própria, meu futuro? Opa, pensei em algo. Ah, é importo, não quero, tô ficando doido. Eu me importo com muitas coisas, como dar um ótimo futuro para a minha esposa, em ser algo que deixe uma marca no mundo, em dar futuro aqueles que não tem oportunidade. Eu quero ser grande e fazer as pessoas serem grandes, mas não quero babação de ovo, nem nada assim, apenas reconhecimento. Outras coisas com que me importo? Acho que não sou uma pessoa que ama tantas coisas assim.
*Se eu fosse escrever meu próprio obituário, como eu quereria que fosse lido?
Eu queria ser lembrando por ter feito algo bom, algo útil. Odeio a ideia de morrer sem ter feito nada. Isso me apavora mais que a ideia de morrer em si. Eu quero deixar uma marca positiva para provar para a humanidade que é possível sim mudar o mundo sendo uma pessoa só. Não que eu queira individualismo, e sim que as pessoas entendam que se uma pessoa pode mudar tanto o mundo (tanto para o bem, quanto para o mal), imagine um coletivo de pessoas que tem consciência disso? Que não culpam e dependem do governo o tempo todo? Nossa, nesse caso o governo só ia sentar e chorar, muito bom isso. Mas voltamos a mim. Eu queria ser lembrando por ter ajudado a humanidade na arte, a evoluir investindo em coisas que empurrariam a humanidade para frente. Vamos ao obituário então?
"Hoje aquele que nos ajudou tanto a dar passos e melhorar nossas vidas se foi. Renato foi uma pessoa especial, que tentou até o último momento provar que todos nós éramos especiais. Graças as suas obras, invenções, artes, tudo que fez para engradecer a humanidade pôde se lembrar que ajudar é algo possível. Que ele se torne agora o vento que empurra nossas velas para frente de onde estiver.". Não ficou muito bom, mas eu gostei ainda assim.
*Como é sua aparência física? Como se sente com ela? Como afeta você?
Pergunta tripla! Eu me considero uma pessoa normal para bonita, pois acredite, eu tento de verdade parecer feio, e quando me arrumo me destaco com facilidade. Tenho cabelos castanhos bem escuros, olhos castanhos escuros também, pele morena, 1,83 de altura, magro (agora com um buchinho), nariz bem reto e firme, olhos egípcios (não tem maquiagem, mas sim um pequeno puxar com cílios longos), lábios bem desenhados, rosto não muito quadrado, barba que não fecha de jeito nenhum.Se eu malhasse, usasse aparelho (meus dentes são um tanto acavalados), e me vestisse bem, eu seria realmente muito bonito (só falta vontade, né, senhor Renato?). Como me sinto? Hoje em dia, um pouco chateado com o meu desleixo, estou engordando e fazendo mal a mim mesmo. Não são os outros que me incomodam, sou eu mesmo quem faz isso. Isso me deixa mais perto de poder falhar. Afinal de contas, sua aparência (estado) é só um reflexo de como você está por dentro. Interior e exterior precisam mudar juntos.
*O que você mais teme?
Morrer sem ter feito nada. Nada no mundo pode me deixar mais em pânico que isso. Imagina morrer e ser esquecido, porque você não fez nada nesse mundo, só ficou chorando e se matando aos poucos. Não quero isso para mim, quero crescer e dar o meu melhor, mudar as coisas. Só a perspectiva de ser mais um número me assusta profundamente. Eu sei que não sou superior a ninguém, tenho completa consciência disso. Mas eu sei que nós, seres humanos, podemos fazer qualquer coisa se quisermos de verdade, e eu quero ser algo maior, um escritor, um artista de nome, alguém grande de verdade. Está em todos nós! Podemos não ser bons em tudo, mas podemos ser os melhores em querer ser os melhores.
*Quais são suas maiores forças como pessoa?
Isso é tão difícil de responder. Tipo, eu era uma pessoa tão determinada que isso dava medo e inveja nas pessoas ao meu redor. Tão determinada que achava que os outros não se comprometiam direito com as coisas. Depois de quebra a cara, essa determinação murchou. Não morreu, acho que coisas assim não morrem do nada ou somem no ar. Eu acho que está aqui, em mim, mas mais fraco, com medo. A prova disso é que até hoje estou tentando ser escritor, mesmo não me dedicando o quanto eu preciso. Sim, pode-se dizer que sou muito determinado, muito mesmo, mas não disciplinado, o que me compromete muito. Sou muito criativo, e isso ninguém me tira ou nem enfraquece. Desde que nasci sou assim. Sei observar bem a reação das pessoas e tento de tudo para não magoá-las, acho que posso dizer que sou empático. Sou muito educado, cortês, um pouco engraçado. Mas o que me destaca como pessoas são a perseverança, a criatividade e a empatia. É essa empatia que me faz ainda querer ajudar as pessoas e pensar nos motivos dela ter feito algo.
*Quais são seus maiores defeitos?
Medo. Sou um grande medroso que odeia burocracia. E se formos analisar tudo pelo espectro do budismo, o contrário de amor não é ódio, mas medo. De coisas novas, de novas aventurar, costumes. Eu não gostar de burocracia, de resolver coisas, me faz miserável 99% das vezes. Isso me destrói. A indisciplina é outro fator que me derrota diariamente. Tenho um enorme medo de mudar minha vida e, sei lá, nem faz sentido. Medo não faz sentido, é algo burro e injustificado. Mas é isso, sou um enorme medroso.
*No que você é bom? No que você desejaria ser bom?
Sou bom em inventar e escrever. Sou bom em escutar e aconselhar, em ser um bom marido e amigo quando precisam de mim. Consigo me apagar para que outro se sobressaia, e isso não me deixa nem um pouco triste. E eu queria ser bom em ser disciplinado, risos. queria cozinhar bem, malhar bem com calistenia, em falar vários idiomas, em dançar! Nossa como eu quero saber dançar bem e cozinhar bem, iria ser tão legal!
*Se você pudesse fazer algo que sabe que certamente seria um sucesso, o que seria?
(Vou responder quando eu voltar, preciso sair pra comprar saco de lixo e comer algo). Voltei. Então, continuando, se eu pudesse fazer algo que seria um hit com certeza? Um remake de chrono trigger, relançar jogos no meu console que minha empresa iria fazer, criar a maquina de teleporte. Tem muita coisa mesmo!
*Quais 3 eventos da sua infância te ajudaram a ser quem é hoje?
Aqui temos um problema. Eu não lembro quase nada da minha infância (agora estou escutando Video Game Orchestra na BGS 2019). Bom, acho que o primeiro fato foi meu meio irmão, que é uma pessoa maravilhosa, incrível mesmo, ter me apresentado Chrono Trigger. Por isso aprendi inglês, comecei a amar jogos com narrativa e sistemas diferentes. Outro fator acho que foi meu irmão e meus amigos gostarem de anime, que passava na rede manchete, como cavaleiros do zodíaco, yu yu hakusho, shurato, etc. Isso ajudou muito, com certeza, pois me dava vontade de criar coisas e brincar de mundo mágico. E Harry Potter? Posso dizer isso? Eu lia muito quando mais novo (bem mais que leio hoje, para falar a triste verdade), mas não tenho certeza de que isso foi lá um fator muito relevante. Meus pais não incentivaram esse lado meu, nem meus irmãos, então o que foi? Um evento... não pode ser só dois não? Não? Tá.... deixa eu ver... livros jogos de história medieval. Eu era viciado nessas coisas, nossa como era. É, se for pra listar, acho que esses três valem.
*Quais são seus hábitos mais irritantes?
Não tenho hábitos irritantes. Brincadeira, tenho sim, acho, mas eu não sei quais são. Ah, tem um que eu sei! Eu fico chateado e não falo logo para a pessoa, querendo que ela adivinhe. Isso diminuiu horrores, tava chato até pra mim, que fazia. Preciso perguntar meus hábitos irritantes para a minha esposa. Perguntei, foi engraçado, porque ela estava receosa de responder, mas fluiu lindo. Bom, tem hora que eu tenho muita "certeza" de algo e falo algo estúpido pra caramba, muito, muito idiota mesmo, como "eu aposto meu cu nisso". Anotação para a vida, nunca tenha muita certeza de nada, nunca mesmo. Outra coisa é que eu repetia piadas chatas, mas eu não faço mais isso, então... ah, eu fico muito chateado de sair da rotina e do combinado. Ainda não acho isso errado, mas parece irritar os outros, então vou dar um jeito de não transparecer minha chateação.
*Qual segredo da sua vida você não quer que seja revelado?
Segredo. Que eu reprovei no terceiro ano por causa de meio ponto em português, e que paguei essa matéria. Eu sei que agora isso é muito idiota de se ter medo, mas é algo que fiz quando era um adolescente muito do idiota, e eu hoje sou um adulto idiota, sem muito. Quem sabe um dia eu seja um velho normal? Ah, tem o lance de minha permissão para dirigir ter vencido e eu não ter feito nada quanto a isso, e de que passei num concurso público para secretário escolar e não fui pq não fiz o curso e nem queria ser funcionário público. Essas coisas eu não queria que fosse revelado, porque mostram o quão merda eu sou. Queria ser menos merda. Esse é um dos problema de se ter medo e repulsão por burocracia, te destrói aos poucos e você nem percebe.
*Qual sua filosofia de vida?
E eu tenho uma? Acho que se tivesse, seria, "Não há ninguém melhor do que você para realizar seus sonhos". Eu gosto de acreditar que todo mundo tem o que é necessário para crescer e se tornar o que quiser. Eu realmente acho isso, do fundo da minha alma. Também acredito muito no "Memento Mori", que nada mais é que, Lembre-se de que pode morrer. Você não é melhor que ninguém, e apenas o conceito de acreditar que é melhor já te torna pior, te faz esforçar menos, se divertir menos. Quando você deixa fluir, sem preocupação, sem essas idiotices, fica muito melhor.
É, acho que isso vai realmente me ajudar a escrever, a me encontrar. Obrigado a esse blog por me deixar escrever aqui sem medo. Por algum motivo é mais fácil escrever aqui!
quarta-feira, 30 de outubro de 2019
As estrelas ainda estão lá
Olá, meu blog secreto! Como amanheci hoje? Como estou? Se estou bem? De forma rápida, Mal, bem, bem. Agora, nesse exato momento estou escutando a trilha sonora de Bastion (nossa, queria muito saber tocar violão dessa maneira... na verdade, queria saber tocar algum instrumento, nem que seja um otomatone). O dia está nublado, o que é perfeito, mas está quente, o que é horrível, e isso me fez amanhecer com uma enxaqueca que não está necessariamente doendo a minha cabeça, mas que me deixa enjoado, fotossensível, indisposto, etc. Não dormi direito, estou com olheiras enormes, acordei tarde de novo, o que é uma bosta, mas ainda assim, me sinto bem. A grande questão é, porque me sinto bem se foi uma completa merda a minha manhã? A resposta é bem simples, acordei com vontade de escrever, de inventar, e meu coração está até mais leve por causa disso, de forma a todas essas chatices iniciais se tornarem pequenas.
Será que foi o iniciar deste blog que me fez mais determinado? Se for, foi a melhor ideia que tive em décadas, pois, sinceramente, ir ao psicólogo não foi lá muito bom (era um péssimo profissional, e isso não é culpa da psicologia), mas seja como for, não falarei disso hoje, ou se falarei, será mais a frente, com toda certeza.
Então, vamos falar de ontem a noite? Ontem eu iniciei esse blog, fiz minha primeira postagem, me senti melhor ao escrevê-la, e fui correndo para o jogo do Brasil x Nova Zelândia sub 17. Foi legalzinho, mas como eu havia dito, não gosto de futebol, só da companhia das pessoas que me são importantes. Meu irmão e pai estavam muito felizes, isso me fez ficar muito feliz também. Ao chegar em casa eu vi que minha esposa ainda estava trabalhando. Ela queria ter limpado a casa antes de eu ter chegado para me fazer uma surpresa, o que eu achei super fofo da parte dela (eu fiz isso para ela algumas vezes, foi legal ver ela se sentir aliviada). Coitada, estava se sentindo culpada de não ter feito, pois estava lotada de clientes e desenhando sem parar. Eu queria ajudar mais a minha esposa, eu ajudei durante muitos anos, investi tudo que eu tinha para ela chegar onde está, mas agora, mais de um ano depois de sair do trabalho como professor, não faço nada além de jogar, ver youtube, comer e dormir (opa, chuva, é hora de fechar as janelas. Pronto, agora está tudo bem mais escuro). Esses hábitos estão me fazendo um mal horrível, e a depressão só aumenta. Ah, eu assisti pornografia ontem, e me senti um lixo de ser humano, como sempre. Eu quero tanto parar de fazer isso... na verdade de fazer tudo isso. Tomara que escrever aqui me ajude.
Bom, para continuar a noite (cara, que música foda "Percy's Escape") eu tenho que falar de uma maldição que eu possuo. Uma não, inúmeras, mas para explicar as maldições, preciso falar da minha benção, do que me faz único. Felizmente eu tenho consciência do que me faz único, que é a capacidade de ter ideias a todo momento, como uma torrente sem controle que explode em ideias descontroladamente, ideias pra jogos, livros. etc. Isso certamente é uma benção, se você aspira a querer ser escritor, mas nenhuma benção vem sem uma maldição. Se eu não escrever, cansar minha mente usando essas coisas, não consigo dormir. O cérebro parece não querer desligar. e fica pensando, pensando, pensando, imaginando, tendo ideias, um monte ao mesmo tempo, até eu levantar, escrever algumas e tentar dormir novamente. Nessa noite, por exemplo, eu tive a ideia de 2 card games, e ao amanhecer, ainda deitado, tive ideia de mais um. Isso é bom? Certamente! Isso é ruim, com certeza também. Preciso saber lidar com isso, pois de fato não me importo se durmo tarde ou não, desde que eu consiga fazer as coisas que quero fazer, isso não importa.
Acho que hoje eu não falarei sobre os meus vícios, mas queria falar sobre como me sinto sendo sustentado. Eu realmente não ligo para essa coisa de homem tem que trabalhar e sustentar, blá, blá, blá... não sou um neandertal pra ficar preso a conceitos tão antigos e certamente não certos. Eu acho incrível a minha esposa ter todo esse negócio de vender desenhos e ainda conseguir fazer nós dois vivermos bem disso. Eu percebo que ela de vez em quando se incomoda com o meu estagnar, mas não da forma que a maioria das pessoas pensa. Ela vê potencial em mim, muito, assim como vejo nela um mar de potencial, e isso deixa ela frustrada, pois quer me ajudar e me vê parado, falhando. Coitada, isso não é culpa dela, nem um porcento. Eu preciso levantar e fazer algo sobre isso. Me sinto humilhado porque quero mudar de vida, ter algo melhor para mim e para ela, quero uma vida onde consigamos fazer muitas coisas juntos, e sermos felizes com isso, quero ajudar as pessoas com tudo que eu tenho, e não conseguir sequer tentar me frustra. Mas o dia brilha todas as manhãs, não é mesmo?
Para finalizar, eu percebi algo no jogo de futebol. As luzes do estádio eram tão fortes que eu não conseguia ver as estrelas. Nem mesmo uma. O céu estava limpo, totalmente propício para ver um mar de estrelas, mas ainda assim eu não via nenhuma. Um dia eu pensei ser o holofote, tão forte, tão brilhante que impedia os outros de verem as estrelas. Agora eu me sinto no meio de várias luzes poderosas que me deixam cego para o céu. Eu era um orgulho completo, a prova de falhas, e agora sou a depressão que enxerga luz em tudo, porque estou lá em baixo, sem esperanças alguma. O que me conforta é saber que, mesmo sem enxergar, as estrelas ainda estão lá.
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Problemas e o porque disso. Soluções também?
Aqui está um lugar onde posso escrever sem ser escrito (eu sei, meus arquivos também não serão lidos), mas de alguma forma eu sinto que aqui posso escrever para que eu mesmo leia, tipo um mensagem na garrafa para mim mesmo. Se algumas poucas pessoas lerem, não tem problema também, porque eu de fato não me importo em falar dos meus problemas, mesmo que alguns sejam bem pessoais. Aqui de fato será um lugar para desabafar e escrever antes de trabalhar, um diário para anotar o que sinto, quem sou, quem quero ser. É importante para mim ter um lugar assim.
Então começamos a escrever me apresentando para mim mesmo, para ver se eu consigo me entender e me respeitar. Preciso ser breve, daqui a 40 minutos preciso sair para assistir o jogo do Brasil sub 17 com meu pai e irmão mais velho. Não gosto de futebol, nem da seleção, nem de patriotismo, mas gosto muito do meu pai e do meu irmão, então vale a ida com toda certeza. Agora vamos parar de falar de futebol. Eu me chamo Renato Pereira Ribeiro, nasci no Gama-DF e passei 90% da minha vida até agora, aos 30 anos, morando na Santa Maria, uma cidade "pobre" (já foi bem mais, hoje é até bem movimentada). Quando novo, ainda bem novo, passei por muitas, mesmo, pobreza bizarra, pai alcoólatra, uma mãe que me batia muito e de forma muito violenta por ter medo que eu virasse algum tipo de marginal, ou vagabundo, etc. Também tem a questão de que meu pai não era presente (a bebida não deixava), e isso estressava e praticamente enlouquecia a minha mãe, então eu entendo a agressão (ainda não aceito muito, mas entendo). Sou o mais novo de 4 irmãos, o mais avoado de 4 irmãos, a ovelha negra dos 4 irmãos. Pelo menos assim era, isso mudou muito a medida em que fui crescendo, meu pai parando de beber e fumar, minha mãe me agredindo menos até parar totalmente. Eu era um excelente estudante, quieto, inteligente, dedicado, com notas altíssimas. Mas toda essa merda meio que me destruiu muito, e assim as notas foram decaindo.
Desde muito pequeno eu gostava muito de criar histórias, brincar sozinho em uma aventura com início, desenvolvimento e fim. Era muito divertido criar mundos e brincar com eles. Fazer isso me deu uma alcunha de isolado e lerdo, mas não tinha nenhum modo de averiguar de fato o que eu tinha, se era TDA... enfim. Isso me levou a querer ser uma pessoa que cria coisas, história, jogos, enfim, criar! Quis ser publicitário por muito tempo, mas eu pensei melhor e escritor me pareceu melhor. Adiantando, cresci, bombei muito na escola e paguei para passar, fazendo as matérias separadamente (e eu nunca contei pra quase ninguém isso), me formei na faculdade de letras pela Fortium, que me deu um curso muito bom, o que me surpreendeu. Em testes para estágio, sendo o único em uma faculdade "chinfrim" dentre 40 pessoas da federal, foi também o único a gabaritar uma prova super fácil e pegar a vaga. Na faculdade eu me esforcei muito, tendo as maiores notas quase sempre. De fato, a escola não faz distinção das habilidades. Ainda no ensino médio decidi ser escritor, contra tudo e todos, e por isso fiz letras.
Mais velho, tentei a sorte com um livro chamado "Anti-Herói" que era sobre um homem sem poderes matando heróis corruptos que tomaram o governo. Até hoje é um ótimo livro, bem escrito, com uma história legal, mas ainda faltava algo e a violência e o tema me prendiam na merda. Ah, a pressa em escrever era um problema também. Eu pensei que ia crescer rápido, virar um fenômeno, mas o tempo foi passando e eu fiquei desmotivado com a pressão e a realidade do mundo literário. Isso foi horrível para mim, que fiquei muito deprimido. Essa depressão dura até hoje, e me faz muito mal. Muitos vícios pioraram, como por comer, gastar e pornografia. O Anti-herói não era meu único livro, tinha o Em Jogo, InMaster, Paladino do Caos e o Baile de Máscaras (são 19:04, preciso sair em breve).
O grande lance é, eu desisti de escrever por causa do medo do mundo duro que eu ia encontrar, e toda a minha grande perseverança morreu com isso. Teve o periodo onde estive como professor, que eu até gostei, mas senti que estava abandonando minha carreira como escritor fazendo isso. O grande lance é, sai do emprego e não consigo escrever! Eu me coloco tanta pressão que parece que o mundo vai me espremer, e fazer arte com pressão é UMA BOSTA. Quero estudar, me tornar um grande escritor, mas essa pressão de querer isso me destrói. Preciso escrever sem pensar, sem medo, depois eu arrumo, com meu estudo e tudo mais. Escrevi obras tão legais que abandonei, preciso voltar para elas também.
É assim que sinto hoje, pequeno, fraco, sendo sustentado, humilhado por mim mesmo, pelo meu medo de crescer e criar. Mas a lógica é, eu sequer tentei direito, e quando estava dando minimanente certo, eu corri. Ao invés de flodar o mundo com vários livros legais, eu fugi. Não posso mais fugir e nem me preocupar, pois já sei que esse medo deu errado, está dando errado. Preciso revisar meus livros antigos, estudar e escrever bem de boa. Preocupar com qualidade vem depois, na revisão, mas antes disso eu já terei ganhado um enorme conhecimento tentando, escrevendo, despreocupando. Preciso malhar, me cuidar, beber água, meditar, escrever e estudar e ler. Não dá mais, a casa está pegando fogo e eu estou morrendo dentro dela, e não está nada bem, nada mesmo.
Eu, escute, escreva sem medo, revise sem medo, publique sem medo, não tenha medo, porque e confio em você! Você é uma pessoa incrível que pode dar o seu melhor, então não tenha medo! Revise, escreva, leia, faça, viva. viva, viva pelo amor de Deus. Acredite em você mesmo! Acredite em cada suor que escorre pelo seu esforço! Você vai conseguir, e vai ser incrível! Mas lembre-se, resultados demoram, são construídos aos poucos, não pare no um, não se convença, vá em frente sem medo, nem olhe para trás. Lançou livro, já escreva outro e esqueça aquele, pois já foi. Terminou de ler, leia de novo estudando, terminou o estudo, leia outro.Eu acredito em você!
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