quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Dia sem escrita, mas um dia bom!

      Quinta! Escrevi? Não! Me sinto mal por isso? Não! Hoje passei o dia dedicado a minha esposa, e fazia muito tempo que não ficávamos juntos, conversando e se curtindo. Enfim, foi um ótimo dia! Agora estou aqui, a noite (escutando Sing Street, Drive it like you stole it) escrevendo isso para vocês, pessoas que não lerão esse diário secreto. O dia foi ótimo, acordamos tarde, como de costume, mas dormimos bem. Tive um sonho bizarro que nem vale a pena comentar, então assisti o torneio de Paladins, que estava bem legal (Go, SSG!), então minha esposa veio e ficamos muitas horas conversando. Falamos de tudo, tudo mesmo, até do que mais gostávamos um no outro, listando e exemplificando coisa por coisa. Compramos coisas para fazer cachorro quente, e agora estou aqui, escrevendo com o meu olho esquerdo muito sensível. Mas nada demais até aí.
    Esse exercício de falar qualidades um do outro é bem legal. E não é só falar a qualidade, ela tem que representar a pessoa, como se fosse uma força dela presente do dia a dia, e ilustrar como ela é presente, como se ela for usada errada pode dar merda, e como usada certa faz um bem enorme. Falei para ela que ela era firme, tomando conta das coisas e assumindo a responsabilidade quando precisava, curiosa, pois se interessa em inúmeras coisas, e tem sede de conhecimento, pois aprofunda essa curiosidade, além de ser presente para as pessoas que ama. Já eu: determinado, persistente, gentil, generoso, otimista. Gostei de ouvir isso. Faz bem ser elogiado de vez em quando. Quando fomos no mercado, 2 garotinhas vieram e disseram que minha esposa era linda, acho que isso se deve, além da estonteante beleza, ao cabelo novo que está muito legal.
    E quanto amanhã? Irei escrever, com certeza, contos! Tive uma ideia, do homem ideal, que é um cara que se molda totalmente para a mulher que ele nem conhece direito, que faz stream, e quando a conhece, sendo ele o modelo perfeito, percebe que ela não dá valor nisso, o deixando sem nada. Mas ao fim do dia ele se vê, e isso por si só se basta. Pensei na história do robabá, que ajuda pessoas a crescer, melhorar, mas que um deles se vicia e se torna como seus donos, comprando um robô para ajudá-lo a melhorar depois. Vai ser massa! Contos virão!

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